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Otávio Rocha e a inauguração do asfalto

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 Aqui vai mais uma historinha do meu reencontro com a Fernanda. ♥  21/03/23 Em outubro de 2021, no aniversário dela, com todo o cuidado e devidamente equipados com álcool gel e máscaras, resolvemos fazer uma pequena viagem ao interior do RS. Era o começo do fim da pandemia.  Escolhemos Flores da Cunha, e visitamos os arredores: Antônio Prado, Nova Pádua e chegamos a dar uma esticada para jantar em Caxias do Sul numa determinada noite, como vocês veem nas fotos desse ótimo passeio que fizemos.  Mas não deixamos de, abaixo de chuva, visitar uma localidade chamada Otávio Rocha, distrito de Flores de Cunha, e que continua intocada, com sua praça, igreja e ruas quase vazias. Lá está também  o Hotel da Dona Adélia, inaugurado em 1968 e que justamente foi de uma nossas primeiras viagens lá nos anos 90.    Ao rever o hotel, não posso deixar de lembrar da história: naquele distante ano (provavelmente 1994), saímos num sábado no final da manhã em direção a esta ...

Com Cândido Norberto no elevador da Assembleia Legislativa

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O Luiz Artur Ferraretto lembrou, no dia 1º de fevereiro passado, dos 12 anos da morte do narrador, radialista, jornalista, comunicador, deputado e tantas outras coisas que foi o Cândido Norberto (Na Wikipédia está errado, no dia 11/02). E eu comentei lá: "A minha honra de ter trabalhado com esse “monstro” da comunicação por quase dois anos, em um grande convívio e aprendizado diário na Rádio Gaúcha dos anos 80." Antes de ser apresentado a ele, me contaram histórias terríveis sobre estrelismo e falta de paciência, como era comum nos comunicadores da época. Felizmente, nada disso se confirmou. Só aprendi com o Cândido. Lembrei de uma história, para exemplificar o seu caráter: Eu tinha uns 22, 23 anos. Eu era produtor dele no programa "Gaúcha Entrevista", que diariamente entrevistava alguém interessante por uma hora. Sei lá por que nós fomos na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, eu e ele, para tratar de algum programa ou pauta. Não era comum eu sair para reuniões...

Minha escola de rádio: RÁDIO GAÚCHA, nos anos 80

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Em 1986, com dois anos de faculdade e sem estar formado em jornalismo, eu fui com a cara e a coragem pedir uma chance na Rádio Gaúcha. O primeiro a me receber foi o Wesley Cardia, que assessorava a direção do Grupo RBS. Com muita educação e paciência, me direcionou para a sala do Claiton Selistre, diretor da emissora na época, que ouviu atentamente uma fita cassete com algumas coisas que eu já tinha feito de forma amadora. Chamou o Claudio Moretto, coordenador de jornalismo, e pediu que ele "desse uma chance para esse guri". Fiquei na produção por três dias no programa de José Antônio Daudt, um dos maiores jornalistas do RS. Em seguida, já apareceu um "free" (trabalho temporário), ao lado de Lúcia Padilha Mesquita. E conheci, naquele departamento de produção, um maravilhoso grupo de mulheres fortes, completamente loucas e que me ensinaram muito: Maria Regina Tubino Pereira, Mágda Cunha, Ana Cassia Hennrich e Rita Daudt. Eu e o Paulo Ricardo Macario sofremos mas nos ...